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9 de junho de 2010

III CNE aprova ampliação de programas sociais do Ministério do Esporte

A ampliação dos Programas Pintando a Liberdade e Pintando a Cidadania, do Ministério do Esporte, por parcerias com entidades governamentais e não governamentais está entre as metas do Plano Decenal aprovadas pelos delegados durante a plenária final III Conferência nacional do Esporte, neste sábado (5).
Outra meta é ampliar, manter, garantir e avaliar os programas sociais de esporte, lazer e paradesporto do Ministério do Esporte, dentre eles o Programa Segundo Tempo, em 100% das escolas da rede pública da educação básica, profissionalizante e universitária, sendo no mínimo 10% ao ano. A proposta visa priorizar os municípios com menos IDH, respeitando o projeto político pedagógico das instituições de ensino e garantindo que sejam coordenados e ministrados por professores de Educação Física, com infraestrutura, material didático e esportivo de qualidade.
A implantação e manutenção do PELC em todos os municípios brasileiros, coordenados pelos profissionais de educação física e esporte também está entre as metas dessa linha estratégica. Essas ações referem-se à linha estratégica 3, “Esporte, Lazer e Educação”.

Emília Andrade
Ascom – Ministério do Esporte

7 de junho de 2010

- III CNE cumpre metas propostas para o Plano Decenal

A III Conferência Nacional do Esporte (CNE) cumpriu a meta proposta: a elaboração do Plano Decenal. Trata-se de um documento que engloba o conjunto de políticas públicas que versam sobre 10 linhas estratégicas: Sistema Nacional do Esporte e Lazer; Formação e Valorização Profissional; Esporte Lazer e Educação; Esporte, Saúde e Qualidade de Vida; Ciência, Tecnologia e Inovação; Esporte de Alto Rendimento; Futebol; Financiamento do Esporte; Infraestrutura Esportiva; e Esporte Economia. Cada estratégia contou com ações e metas que foram debatidas, votadas e definidas nas plenárias.
O ponto alto do debate como um todo foi referente à profissionalização na área do esporte e do lazer. Os delegados avaliaram e aprovaram que era preciso ampliar o orçamento. Propuseram o envio ao Congresso Nacional de uma proposta de emenda constitucional (PEC), com vinculação de, no mínimo, 2% do orçamento da União – o que representaria aproximadamente R$ 3,5 bilhão – 1,5% dos estados e 1% dos municípios, para o esporte.
Foi aprovado um plano para o esporte de alto rendimento que se propõe preparar os atletas para os grandes eventos esportivos e que serão realizados nos próximos 10 anos. A proposta é aproveitar a estrutura já existente no país, numa rede nacional de treinamento gerida por uma instituição pública.
Cabe citar, a atenção voltada à montagem das secretarias municipais de Esporte e à criação do Sistema Nacional de Esporte e Lazer. Houve ainda indicação para que os Programas Segundo Tempo e Esporte e Lazer da Cidade (Pelc), ambos do Ministério do Esporte, constituam-se leis. A necessidade de ampliação de infraestrutura, nas escolas e nas cidades, afirmando a Praça da Juventude como um espaço para aumentar o acesso à prática esportiva e de lazer também ficou estabelecida.
De acordo com o secretário-executivo do Ministério do Esporte, Waldemar de Souza, e presidente da III CNE, a metodologia e o sistema de trabalhos aplicados durante os dias de evento foram perfeitas e as expectativas superadas. Ele atribuiu o fato ao enorme interesse, dedicação e contribuição do debate que acompanhou nos grupos e na plenária.
Para Souza, o excelente resultado da conferência é uma questão de compromisso social desempenhado pelas lideranças que atuam à frente dos projetos. “Atribuo o sucesso dos trabalhos pela orientação, apoio e participação ativa do ministro do Esporte, Orlando Silva, do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e aos mais de 1.500 delegados e convidados das 27 unidades da federação que escreveram com inteligência, capacidade de consenso e harmonia, o conjunto de Políticas Públicas para o Esporte e Lazer e que consubstanciaram o Plano Decenal de forma legítima e representativa”, afimou.
O presidente da III CNE destacou ainda o trabalho da coordenadora-executiva da conferência, Cássia Damiani, e o trabalho desempenhado pela Comissão Organizadora Nacional. Também agradeceu às dezenas de trabalhadores contratados e aos servidores do Ministério do Esporte que “as vezes parecem anônimos”, mas que, segundo ele, “foram fundamentais para que o evento fosse coroado com êxito”.

Carla Belizária Ascom – Ministério do Esporte

31 de maio de 2010

Substituição de delegados para III CNE pode ser feita até terça-feira


Encerra nesta terça-feira (01/06) o prazo para substituição de delegados eleitos e natos titulares por suplentes para a etapa nacional da III Conferência Nacional do Esporte. O término do prazo se deve a necessidade de tempo hábil para emissão de passagens e reservas de hospedagem para o evento nacional que começa nesta quinta-feira (03), em Brasília. A substituição deve ser feita via ofício da Comissão Organizadora Estadual à Coordenação Executiva da III CNE. No ofício deve ser informado qual delegado titular será substituído por qual suplente.

O documento deve ser enviado para o e-mail: conferencianacional@esporte.gov.br. A coordenação executiva da III CNE lembra também que esses delegados devem optar por duas linhas estratégicas para o primeiro dia de debates e outras duas para o segundo dia, conforme comunicado enviado para os e-mails de contato desses delegados na última semana.Pela metodologia da III CNE cada delegado poderá acompanhar as discussões em qualquer um dos dez grupos do turno, porém seu voto só será permitido no grupo que estiver credenciado de acordo com a linha definida em cada um dos dias.

Voos e Hospedagem - As informações referentes à voos e hospedagem dos delegados já estão disponíveis no site da III CNE: www.esporte.gov.br/conferencianacional. Basta acessar o site da III CNE, no menu de informações ao lado esquerdo do site, nos itens “hospedagem etapa nacional” e “passagens etapa nacional”. Essas informações são inseridas no site conforme a emissão de passagens dos participantes. Pedimos atenção para o número do vôo e companhia, para conferência do horário de saída do aeroporto de origem, para evitar problemas no momento do embarque.

Gisele Barbieri
III – CNE

19 de maio de 2010

Prazo para cadastro de delegados eleitos da III CNE encerra nessa semana

Após a realização das etapas estaduais a equipe da Coordenação executiva da III Conferência Nacional do Esporte (III CNE) começa a concentrar seus esforços na realização da etapa nacional da III CNE, de 3 a 6 de junho em Brasília. Para isso é importante que os estados concluam o cadastro dos delegados eleitos em seus respectivos estados. O prazo para esse cadastro encerra nesta quarta-feira (19). Durante os dias do evento nacional não será permitido o credenciamento desses delegados que não foram cadastrados no sistema.
Substituição de delegados
Caso os estados tenham que substituir delegados eleitos pelo seu suplente, essa informação deve ser encaminhada via ofício da Comissão Organizadora Estadual à Coordenação Executiva, informando qual o delegado eleito será substituído e informar qual suplente já cadastrado deverá substituí-lo. O cadastramento dos delegados eleitos pelo site com o formulário específico para esse fim é imprescindível para que a equipe da Coordenação Executiva encaminhe procedimentos como a emissão de passagens, a reserva de hospedagem. Além da utilização desses dados para o sistema de documentação e envio do documento final da III CNE aos delegados cadastrados. O cadastro dos delegados eleitos de cada estado deve ser feito no site da III CNE, no item área restrita, com a senha e login fornecidos no cadastro da etapa. Já o cadastro de delegados natos e convidados será efetuado pela Comissão executiva.

Gisele Barbieri
III – CNE

Equipe de sistematização organiza propostas para etapa nacional da III CNE


Com o encerramento das etapas estaduais da III Conferência Nacional do Esporte nesta semana, a equipe da III CNE tem agora o desafio de sistematizar as propostas enviadas pelos estados para elaborar o caderno de resoluções que será votado na etapa nacional.

Para isso, desde a última semana, foi formada a equipe de sistematização da III CNE. O grupo formado por aproximadamente 30 pessoas de diversos estados, entre eles pesquisadores, gestores e estudiosos com conhecimento nas áreas ligadas às dez linhas estratégicas da III CNE. A equipe conheceu o sistema desenvolvido no site da conferência para a sistematização das propostas e pode também debater sobre as “idéias força” de cada linha estratégica. A equipe foi dividida em dez grupos, com um sistematizador, um integrante do Ministério do Esporte como apoio e um colaborador. O trabalho de cada grupo compreende a análise do conjunto proposta de ação e suas respectivas metas. Depois da análise, essas propostas foram sistematizadas, agrupando as semelhantes em uma redação única. As propostas em que não se percebeu semelhança foram enviadas diretamente para o caderno de resoluções da III CNE. A professora de educação física Sandra França, é uma das pessoas que formam essa equipe de sistematizadores.

A professora é uma das responsáveis pela sistematização das propostas da Linha 4 – “Esporte, Saúde e Qualidade de vida” e foi uma das sistematizadoras da conferência estadual do esporte em Pernambuco. Para ela o maior desafio do trabalho é não perder a essência das propostas aprovadas nos estados.

“A gente trabalha com informações que são as propostas aprovadas nos estados, é muito importante que a gente trabalhe essas propostas de uma forma que o material produzido também seja viável para execução”, lembra ela. O professor Ednaldo Pereira, coordenador do curso de Educação Física da Universidade do Vale dos Sinos, no Rio Grande do Sul, é outro membro da equipe e tem o desafio de sistematizar as propostas referentes a Linha 8 – Financiamento do Esporte. Em sua avaliação, após a sistematização, se o participante não consegue identificar a sua proposta ele desconfia da seriedade da conferência.

“Nós temos esse desafio de garantir que eles se reconheçam nessas propostas. São idéias pulverizadas que devem ser preservadas após a nova redação”.

As propostas elaboradas pelos estados foram norteadas pelas dez linhas estratégicas definidas pelo texto básico da III CNE. Essas linhas foram propostas pela Comissão Organizadora Nacional (CON) da III CNE, com base em áreas do esporte e lazer já consolidadas com o desenvolvimento de políticas públicas.

Gisele Barbieri
III – CNE

12 de maio de 2010

Seremos uma potência esportiva se mobilizarmos a população

Na segunda parte da entrevista concedida ao Vermelho, Orlando Silva Jr, explica o que o Ministério do Esporte está fazendo para preparar o país para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, e o que o país pode esperar desses Jogos.
Por José Reinaldo Carvalho e Humberto Alencar

Vermelho — Dois anos depois de realizada a Copa do Mundo de 2014, o Rio de Janeiro vai sediar os Jogos Olímpicos. Quando a Olimpíada foi realizada em Sydney, a Austrália não era um país com uma tradição muito grande no esporte olímpico. Você acha que dá para fazer uma equipe forte para 2016?


Orlando Silva Jr.: A Austrália não era, mas já havia decidido há 20 anos ser uma potência. A Austrália é um bom exemplo. Você não forma um bom atleta em um par de anos, um atleta olímpico em média, varia por modalidade, mas em média leva 20 anos até se formar, até alcançar sua máxima performance e alcançar uma participação de destaque, digamos assim.
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Nós acreditamos que existam boas e más experiências de preparação dos Jogos Olímpicos, nas dimensões esportiva, urbanística, e econômica. Quando lançamos a campanha do Rio de Janeiro, a última, vencedora, fizemos um estudo detalhado de boas experiências, e felizmente temos a Austrália e a Coreia, e claro a China, mas a China é um caso à parte, como bons exemplos de projetos esportivos vinculados aos Jogos Olímpicos e aos Jogos Paraolímpicos.


Tanto a Austrália quanto a Coreia, com as suas Olimpíadas, entraram no rol de elite do esporte e de lá não saíram mais. Eu falo isso porque a Grécia, por exemplo, foi mais ou menos e não conseguiu se sustentar. E mesmo a Espanha, que é tão decantada, a Espanha teve um grande salto urbanístico em Barcelona, mas no aspecto esportivo o saldo foi relativo, teve um bom resultado e depois veio para um patamar inferior.


Então o que é que Austrália e Coreia ensinam? Ensinam a valorizar o trabalho de longo prazo, o trabalho de pesquisa, de Ciência e Tecnologia aplicadas ao esporte, instalar uma rede nacional de treinamento, centros principais para a elite e centros regionais para aprimoramento na fase mediana de preparação desses atletas e colocar ênfase em algumas modalidades esportivas. Variar, mas dar ênfase a algumas modalidades, são algumas lições que nós colhemos, inclusive o presidente Lula deve anunciar em breve um conjunto de medidas que terão impacto no esporte olímpico brasileiro.


A nossa perspectiva é de que cada modalidade tenha um centro nacional de treinamento, algumas até já têm, mas é preciso que todas passem a ter. A mobilização de treinadores de ponta do mundo em modalidades em que temos menos tradição, reforçar programas como o Bolsa-Atleta, para apoiar atletas que não têm patrocínio. Enfim, um conjunto de medidas que vai incluir uma novidade, que é a nossa proposta de que tenha uma espécie de contrato de gestão, porque houve tempo em que se falava "não tem dinheiro para o esporte". Hoje, tem dinheiro de loteria, pelos menos R$ 100 milhões por ano que vão para o esporte olímpico. Tem mais outra quarta parte equivalente a R$ 100 milhões provenientes de empresas estatais. Você tem a lei de incentivo ao esporte. Já tem um conjunto de receitas que neste último período nós conseguimos produzir para o esporte.


Qual é a nossa idéia? Alinhar todas essas receitas, estabelecer um plano de metas para resultados e configurar um contrato de gestão, porque há o seguinte: a gestão do esporte no Brasil, por lei, é privada, só que a fonte de receitas é pública, então nós temos que ter uma posição, não se pode entregar o dinheiro e a confederação de cada modalidade administra como melhor entender.


É preciso ter compromisso com metas, com resultados, que não é só medalha olímpica, às vezes a meta é ganhar o Sul-Americano ou o Pan-Americano, ou qualificar o atleta para uma Olimpíada, então são metas que vão ser coerentes com a realidade de cada uma das modalidades, tudo isso pensando em 2016 como ponto de partida, não como ponto de chegada.


Nosso desafio é estruturar um modelo para o esporte brasileiro que seja sustentável, que mantenha a performance num patamar elevado e 2016 vai ser o ponto de largada. Hoje nós temos uma cultura esportiva mais ampla, hoje nós temos um resultado relevante no voleibol, na natação, na ginástica, no judô, no atletismo, então há uma diversificação maior de modalidades no Brasil.


Eu creio que nós devemos ter umas dez modalidades de participação importante, mas é preciso ampliar, porque a China não chegou a ser o colosso que foi em Pequim-2008 disputando medalhas em uma ou duas modalidade, ela disputou em todas as modalidades. Só vamos ser relevantes se tivermos uma cultura esportiva ampla e estivermos disputando medalhas em várias modalidades.


Vermelho — Como é que está o processo de massificação do esporte, ligado à massificação da Educação física e das competições interescolares.


.Orlando Silva Jr.: Nós insistimos com o presidente Lula e ele concorda com isso: o Brasil não será uma potência esportiva apenas ganhando mais medalhas em Jogos Olímpicos, Paraolímpicos, ganhando torneios mundiais. Será potência esportiva na medida em que além das medalhas, nós tenhamos a população em movimento, em atividade para melhorar a qualidade de vida, melhorar sua saúde, ter acesso ao lazer. Nós lutamos pelo direito ao emprego, pelo trabalho, mas nós também temos de valorizar o momento do lazer, porque as pessoas, no momento do lazer, podem se dedicar à atividade física.


Hoje em dia se fala que cresce muito no Brasil a população da melhor idade, também eles têm de ter acesso à atividade física para produzir saúde.


Então, a potência esportiva é alcançada pelo resultado no alto rendimento e também pela ampliação da prática esportiva, livre, recreativa, de lazer, pela multiplicação do acesso, para nossas crianças, sobretudo, e as crianças precisam ser cativadas na escola. Felizmente o Brasil alcançou hoje a universalização do acesso à educação, ao ensino fundamental, agora tem um programa de educação infantil que está sendo criado, o Fundeb, mas no ciclo fundamental praticamente todas as crianças tem ido à escola.


Só que a criança chega à escola e a educação física ainda não é uma realidade. Aliás, não faz muito tempo, há cerca de quinze anos, houve um debate se essa disciplina deveria ser de currículo obrigatório. Ela deixou de ser e voltou a constar do currículo há cerca de 8 ou 9 anos. Temos um desafio na escola pública brasileira, ainda hoje, que é o seguinte: ter a sala de educação física.


Essa é base para que nós tenhamos, insisto, não só uma potência esportiva no esporte de alto rendimento, mas tenhamos o esporte como algo relevante na vida das pessoas. Quando você é novo, quando você é jovem, você conquista o hábito saudável dessa atividade física, e para isso o Estado tem de garantir recursos humanos e infra-estrutura.


Nós avançamos muito em recursos humanos, porque Educação Física é o curso que mais cresce no Brasil hoje, temos que avançar rapidamente para garantir a infra-estrutura, e usar também a estrutura disponível, que não apenas das escolas, mas de muitos clubes do Brasil. São mais de 13 mil clubes sociais esportivos no Brasil. Uma boa parte desses clubes, durante a semana, não tem utilização, então a utilização se dá por programas sociais, mas ainda tem uma parte inativa que pode ser bem aproveitada.


Vermelho — Em relação a isso, temos clubes no Brasil que se tornaram praticamente clubes fantasmas, sem associados a frequentá-los. Com a verticalização das cidades e a criação de condomínios com piscinas e salas de musculação, muitos associados deixaram os clubes para usar esses equipamentos em seus condomínios. Parte dessa infra-estrutura existe, nesses clubes que estão vazios. Com a redução do quadro de associados, os clubes perderem renda e patrimônio. O Ministério tem planos para trabalhar com esses clubes nesses projetos?


Orlando Silva Jr.: De fato, você tem uma boa infra-estrutura. Os clubes foram esvaziados, muitos deles, porque você tem alternativas de lazer e de entretenimento muito variadas. Os clubes nunca foram, digamos assim, ocupados pela classe trabalhadora. Você tinha clubes que alguns sindicatos e algumas empresas públicas mantinham. Até algumas privadas possuíam clubes, por exemplo, em São Paulo, mas como regra no Brasil os clubes eram mais restritos. Mas, de fato, com essa diversidade de possibilidades de entretenimento — cinemas, Shopping Centers — como você falou, hoje em dia se lança um empreendimento imobiliário que tem lazer, piscina, etc., o desafio nosso é fazer isso, utilizar esses equipamentos dos clubes.


Isso já acontece para projetos sociais, em um programa chamado Segundo Tempo, que envolve escolas que, muitas vezes, não têm equipamento esportivo, então, onde é que ele é realizado? Nesses clubes. Mas tem um potencial de uso muito maior do que é feito hoje, assim como é interessante a infra-estrutura das Forças Armadas. Elas têm muitos equipamentos esportivos nos quartéis, e os programas são realizados, em alguns casos, em alguns equipamentos deles, que também tem potencial grande. As Forças Armadas têm interesse em ceder os equipamentos para as comunidades, acho que é uma coisa boa. Temos que usar esse potencial, que os clubes sociais e as forças armadas têm.

28 de abril de 2010

III Conferência Estadual do Esporte será realizada nesta sexta-feira (30)


No evento serão escolhidos 50 delegados que representarão o Ceará na Conferência Nacional, em Brasília


A Secretaria do Esporte do Estado (Sesporte) promove nesta sexta-feira (30), a partir das 8 horas, a etapa final da III Conferência Estadual do Esporte, que tem por objetivo elaborar as políticas públicas que serão consolidadas no Plano Decenal do Esporte e Lazer, estabelecendo linhas estratégicas, ações, metas e prazos para o esporte e lazer no país nos próximos 10 anos. Na ocasião, serão aprovadas as propostas elaboradas durante as conferências regionais. Haverá também a eleição dos 50 delegados que representarão o Estado na III Conferência Nacional do Esporte, que acontecerá de 3 a 6 de junho, em Brasília.
A conferência estadual reunirá cerca de 560 delegados das diversas regiões, entre representantes de associações e federações esportivas cearenses, gestores municipais, atletas, professores e coordenadores de instituições de ensino superior ligadas ao esporte.
Durante o mês de abril, a etapa estadual contou com conferências locais divididas em seis macrorregiões - Litoral Oeste/ Maciço de Baturité; Região Norte/Ibiapaba; Cariri/Centro Sul; Região Central; Litoral Leste/Região Metropolitana e Sertão dos Inhamuns. Para o secretário do Esporte do Estado, Ferruccio Feitosa as conferências regionais “multiplicaram as possibilidades de articulação entre as esferas de governo e os diversos segmentos sociais e, ao mesmo tempo, possibilitaram o engajamento e a participação da população na construção de uma política estadual e nacional do esporte”, afirmou.

Etapa Nacional
Com o tema “Plano Decenal do Esporte – 10 pontos em 10 anos para projetar o Brasil entre os 10 mais”, a Conferência Nacional do Esporte tem se constituído num espaço de mobilização de diversos segmentos do esporte, proporcionando o diálogo da sociedade civil com o Estado para a proposição e controle de políticas sociais no esporte. A conferência aponta para a concretização do esporte e lazer nas agendas das políticas públicas estruturadoras. O evento ainda aprovará os subsídios para construção do Plano Decenal do Esporte e dará consistência à Política Nacional do Esporte, reafirmando princípios e diretrizes já aprovadas nas conferências anteriores. Serão estabelecidas linhas estratégicas, suas ações, metas e prazos para consolidar o Esporte como política de Estado nos próximos 10 anos.

Linhas Estratégicas
• Sistema Nacional de Esporte e Lazer • Formação e Valorização Profissional• Esporte, Lazer e Educação• Esporte, Saúde e Qualidade de vida• Ciência, Tecnologia e Inovação• Esporte de Alto Rendimento• Futebol• Financiamento do Esporte• Infraestrutura esportiva• Esporte e Economia

Programação
8h – Credenciamento e entrega de material8h30 – Cerimônia de Abertura9h10 – Palestra de abertura10 às 14h30 – Trabalhos Temáticos em Grupo14h30 – Plenária final nos grupos: Socialização das propostas dos grupos, apresentação das emendas, aprovação das propostas que irão para o plano de metas e eleição dos delegados17h – Solenidade de Encerramento

20 de abril de 2010

Conferência de Esporte em Sobral discute plano decenal

Profissionais de diversas áreas do Programa Segundo Tempo (PST) de Sobral estão participando do processo de Conferência Nacional do Esporte, cujo tema central é o Plano Decenal do Esporte e Lazer.


Coordenação geral e pedagógica, coordenadores setoriais, coordenadores de núcleo e monitores estiveram presentes nas etapas municipal e regional e deram as suas contribuições nos grupos de trabalho, que tinham por objetivo discutir e propor ações e metas para as linhas estratégicas – já definidas pela Comissão Organizadora da Conferência Nacional –, que integrarão o Plano Decenal do Esporte e Lazer, sendo o mesmo indicado como proposta de lei, para organizar os anseios da sociedade em políticas de Estado.
Entre os avanços que essa “possível futura lei” pode trazer aos brasileiros, destacamos a transformação a ser vivenciada pelos programas sociais que desenvolvem ações de enfrentamento aos riscos sociais e de democratização do esporte e do lazer, como o Segundo Tempo e o Esporte e Lazer da Cidade. Esses programas não mais sofreriam descontinuidade de ações, teriam seus impactos consolidados e não estariam mais atrelados a projetos de governo, na medida em que se tornassem políticas públicas de Estado. Esses avanços estarão diretamente relacionados à transformação do Sistema Nacional do Esporte e Lazer em um projeto de lei.
Na etapa municipal, ocorrida nos dias 09 e 10 de abril de 2010, no Centro de Convenções Inácio Gomes Parente em Sobral, 47 profissionais do PST colaboraram com as discussões nos 10 grupos de trabalho, destacando-se a participação nas linhas estratégicas: Sistema Nacional do Esporte e Lazer, Esporte, Lazer e Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação e Esporte de Alto Rendimento, onde o Programa foi objeto de análise, debates e propostas.

Dia 15 de abril, no Auditório Central da Universidade Estadual Vale do Acaraú (Campus Betânia) ocorreu a etapa regional da Conferência. Nessa ocasião, cerca de 60% dos participantes representavam o município de Sobral, de diversos segmentos sociais. Das 63 pessoas que representaram Sobral, 40 delas integram o corpo de profissionais do Programa Segundo Tempo que participaram ativamente dos debates e da (re) elaboração das propostas. Além das contribuições, Sobral ampliou o número de delegados, de 8 para 24. Desses 24 delegados, 7 pessoas estão diretamente ligadas ao Programa. Em outros municípios, também tivemos profissionais do PST eleitos como delegados. Todos participarão da III Conferência Estadual do Esporte, no dia 30 de maio, em Fortaleza.

Delegados de Sobral

Eleitos na Conferência Municipal: Antônio Manoel Ferreira, Carlos André Monteiro do Amaral, Joaquim Alves Neto, José Cláudio Ferreira Lino, José Osmar Vasconcelos Filho, Núbio Vidal de Negreiros Gomes, Rômulo Carlos de Aguiar, Rosaldo Costa Freire.Eleitos na Conferência Regional: Adalberto Pereira da Silva, Ana Paula Marques Gabriel, Ana Rachel Alves de Sousa, Anaísa Alves de Moura, Antônio Dias Lima Filho, Danuse Alves Rocha, Domingos Sávio Paiva Gomes, Emílio Sousa Albuquerque, Eugênio Paceli Sampaio Silveira, Francisco Anastácio Dourado Félix, João Paulo Montenegro Santiago, Karla Mara Coelho Ponte de Oliveira, Karlos Patrick de Paula Pessoa, Marcos Antônio Rodrigues Dantas, Tereza Cristina Mendes Carneiro, Terezinha de Jesus do Nascimento.

14 de abril de 2010



III Conferência Regional do Esporte
Plano Decenal do Esporte
Por um Time Chamado Brasil!
Dia: 15/04/10
Local: Auditório Central, Câmpus Betânia - UVA,
Sobral, Ce.
Inscrições e Credenciamento: 08h as 09h.
Participem!!!!!!!!

22 de março de 2010

III Conferência Municipal do Esporte



Coordenação Geral do Programa Segundo Tempo, está convidando você para debater os rumos das Políticas Públicas de esporte e lazer para (Sobral) e para o Brasil. A sua participação é fundamental para que esses rumos tenham a contribuição de toda a sociedade sobralense e dos profissionais que atuam no Programa segundo tempo, representada por instituições públicas, privadas, terceiro setor e cidadãos que queiram participar e contribuir para que o resultado tenha a excelência que o esporte (sobralense) e brasileiro merece.

Esse debate acontece na III Conferência Municipal do Esporte e todo o município de Sobral será mobilizado. Aceita o convite? Então vamos lá!

È de grande importância à participação de todos os Coordenadores e monitores do PST nessa Conferência, onde com uma mobilização de 100% dos profissionais que atuam no Programa Segundo Tempo, marcaremos nosso espaço, nos grupos de discussão das diversas temáticas e na eleição dos delegados a Conferencia regional e Estadual, bem como mostraremos a força de organização e mobilização do Programa Segundo Tempo nesse novo convênio a toda comunidade sobralense, conto com a presença de todos, e vamos mostrar nossa força.

Local-Centro de Convenções de Sobral

09/04(sexta-feira)-a partir das 18h-Palestra Inaugural 10/04(sábado)-a partir das 8h.

Inscrições: de 05 á 09 de abril, local Secretaria do Esporte e Juventude, de 8h ás 12h e 14h ás 18h.

As vagas serão Limitadas 200 participantes;

Conto com a presença de todos, abraço fraterno.

Divulguem!!!!!!!